segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Os Professores versus Ministério de Educação

O Ensino
Programas, Conteúdos e Exames Nacionais (3 em 3 anos), elaborados por um Conselho de Sábios e não pelo Ministério de Educação, que deve ter apenas funções de regulação e fiscalização.
Avaliações
Através dos resultados obtidos pelos alunos (de 3 em 3 anos) e pela avliação feita por Inspectores-Pedagógicos do Ministério de Educação ou Independentes fiscalizados pelo M.E., feita de surpresa e com regularidade por especialistas na disciplina.
O objectivo, não se limitará à avaliação, mas à necessidade de formação e até esgotados estes meios, à declaração de incompatibilidade para o desempenho da função.
Estrutura
Redução da estrutura escolar; Conselhos directivos, consultivos, disciplinares, pedagógicos, etc...para que são necessários? e qual é a afectação de activos humanos, temporais e financeiros para toda esta estrutura ineficaz?
Disciplina
A Todos os alunos deve ser entregue (com conhecimento aos Pais ou Encarregados de Educação) um Manual de Disciplina e Convivência Comunitária com as consequências para cada tipo de infracção, desta forma não só se sentem responsabilizados como interiorizam desde muito novos, que a sociedade é regulada por normas que quando violadas acarretam consequências.
Docentes
Devem conhecer bem os programas e seus conteúdos, tendo a liberdade de utilizar todas as técnicas pedagógicas que dominam, com o objectivo de obter os melhores resultados. Disciplinarmente, devem apenas chamar a atenção dos alunos infractores individualmente, dando-lhes a conhecer a infracção cometida e em caso de gravidade devem dar conhecimento ao aluno que irão participar a infracção ao Conselho Directivo/Disciplinar.
Sobre a diferença verificada entre o desenvolvimento dos alunos, (o extracurricular não é da competência das escolas), aos professores apenas se pede que conheçam bem os alunos e actuem de acordo com as suas limitações ou atrasos no desenvolvimento e suas razões; devendo dar conhecimento de qualquer sinal resultante destas insuficiências ao conselho directivo para que este possa ajudar os alunos menos favorecidos socialmente. Todo este trabalho deve ser feito de forma discreta e confidencial no princípio do ano. Os docentes devem conhecer toda a situação social envolvente do aluno, para que possam estar mais atentos a certos sinais e maiores necessidades desses alunos.
Sobre a Gestão das Escolas e sua relação com os Pais, os Encarregados de Educação, as Camaras, a Polícia e outras autoridades ou parceiros, opinaremos noutra ocasião.
Este é apenas um parecer de Pais, Encarregados de Educação e Cidadãos, que pretendem colaborar e não dividir.
Voltaremos...

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