domingo, 28 de dezembro de 2008

A CRISE e o Passado

Iremos falar sobre a qualidade das empresas, produtos e activos humanos...(apresentaremos provas)...e de um dos maiores negócios do após 25 de Abril, O ENSINO....
Eventualmente poderemos falar sobre a Colonização, a Descolonização, o papel do Exército Português em África, bem como as motivações do 25 de Abril e sua manipulação pelo PCP.
Falaremos sobre as pilhagens feitas pelo Povo/MFA, após a revolução de Abril e sua ascenção meteórica (e métodos) até aos dias de hoje, o que transformou Portugal num País desgovernado, que subsiste "parasitando" a U. E. (salvaguardamos as excepções)...e até poderemos eventualmente falar sobre um determinado "Processo" de 1980...
Veremos como poderemos ajudar Portugal a encontrar-se, a reparar os erros cometidos e a reabilitar os "retornados" (vítimas de um povo complexado, ignorante e cínico - salvaguardando excepções). Não se percebe porque razão se repara a F.P. Africana e não todos os Africanos (trabalhadores comprovados) em geral (descriminação???)...
Porque razão não se faz uma "auditoria" à SEGURANÇA SOCIAL???...como justificam pagar reformas a quem nunca trabalhou???... ou contar a dobrar o tempo de serviço militar a quem sempre esteve nas Capitais como administrativo e querer fazer pagar o tempo de serviço militar contado pelo próprio Exército; (de grandes operacionais, com elevado risco de vida), para além do tempo real (não contando nestes casos a dobrar) e a taxas elevadíssimas???...negligência ou má fé de alguns funcionários da S.S.???...temos provas, com documentos ao mais alto nível da hierarquia do Estado.
Temos esperança de poder ajudar Portugal, a sair desta situação com ajuda dos "MELHORES", tenham a idade que tiverem...não descriminamos ORIGENS, CLASSES, RAÇAS ou IDADES...não existem em DEMOCRACIA, cidadãos de segunda...(existiram durante o ESTADO NOVO...mas a Democracia à Portuguesa, conservou tudo o que os podia beneficiar...era o caso dos F.P., só os mais limitados trabalhavam para o Estado, pois usufruiam como valor acrescentado, a SEGURANÇA no EMPREGO...a competência era descartável...ainda hoje resistem contra as avaliações e as inadaptações...
Voltaremos

sábado, 27 de dezembro de 2008

O Universo Empresarial

Lamentavelmente, hoje temos que despertar as "Instituições" Empresariais, Políticas, Culturais e de Ensino, para a realidade.
Mas que realidade é esta que nos preocupa e que essas "Instituições" não conhecem???
Salvaguardando excepções, apuramos que vem crescendo o número de profissionais que desempenham as suas funções; apresentando-se vindos de uma "directa" (sem dormirem), estando de "ressaca" (big shots), doentes (podendo transmitir essas doenças), drogados, embriagados, sem falar da sua fraca preparação para os desempenho das suas funções. Estamos a falar não só de mão-de obra pouco qualificada, como da chamada qualificada (apenas certificados).
Existem muitos responsáveis, a começar pelos próprios, mas os maiores são os "recrutadores", sejam eles internos ou externos.
Os resultados obtidos são desastrosos, com excepção das "fraudes"; o que devia levar a que todos estes responsáveis refletissem sobre esta realidade.
A nós compete-nos com coragem, verdade e frontalidade exercer o nosso dever e obrigação de cidadania, não nos move qualquer outra intenção do que despertar os "míopes"...
Voltaremos...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

"O Natal que eu quero"...??????????

Lendo com "alguma" atenção, é preocupante o estado das Escolas.
Vejam bem o que o aluno pensa dos professores e a confusão que vai naquela cabeça, assim como a razão; porque e como gosta da Escola.
Não sei qual a intenção e objectivo do Dr. Daniel Sampaio ao escrever este livro, mas presumo que se limitou a transcrever a realidade escolar.
Esta realidade, apenas dá razão à MINISTRA, quando ela já deu provas
que não sabe como alterar este "quadro". E quem está no terreno e seus representantes, sabem???...tudo isto irá potenciar no futuro, as crises, a corrupção, a impunidade, a injustiça, etc...por falta de saber, desenvolvimento intelectual, valores, cidadania e referências éticas.
Na minha opinião, este livro é um grito às nossas consciências, como o são as corajosas declarações produzidas pelo Dr. Mário Soares.
Sobre avaliações, carreiras, disciplina, etc...vejam certos "blogs" na net...

"O Natal que eu quero" de Daniel Sampaio

Ninguém me pediu opinião, eu sei. Na escola é costume não ligar muito
ao que pensam os alunos. Mas eu gramo a escola, gosto dos meus amigos
e há uma data de professores que até são fixes.Ando no 8.º, tenho bué
de disciplinas, algumas não dá para entender. Estudo acompanhado para
um gajo de 14 anos? Formação Cívica? Não percebo bem, é uma coisa de
90 minutos por semana em que o stôr, que é o director de turma (nós
dizemos DT), está sempre a mandar vir, a dizer para nos portarmos bem.
Da Matemática não me apetece falar, o stôr tem pouca pachorra para
tirar dúvidas. História é um bocado seca e percebo mal o livro, faço
confusão porque não contam a vida dos reis como o meu avô me
explicava, por isso estudo para os testes e depois esqueço tudo.Não,
não pensem que venho aqui criticar a escola, já disse que gosto de lá
andar. O problema é que aquilo anda mesmo esquisito, podem crer. Já o
ano passado os stôres andavam às turras com a ministra e apareciam nas
aulas chateados, um gajo mandava uma boca e levava logo um sermão, às
vezes diziam mesmo para nos queixarmos à ministra, como se chibar
fosse coisa que desse jeito. Mas este ano está bem pior: falamos com
os professores nos intervalos, "olá, stôr!" e eles andam mesmo
tristes, a minha stôra de Inglês, que eu curto bué, diz que está
"desmotivada" e que está farta de grelhas de avaliação e de pensar em
objectivos. Eu de grelhas não percebo nada e, quanto aos objectivos,
os meus são divertir-me uma beca e passar o ano, não quero mesmo ficar
para trás porque os meus pais dão-me nas orelhas e fico sem os meus
amigos, que é uma das coisas porreiras que a escola tem.Por isso peço
a todos que se entendam. Ver os professores aos berros na rua é uma
coisa que eu compreendo, têm todo o direito porque nós às vezes também
andamos, o problema é que assim ainda há menos gente a preocupar-se
connosco. Os nossos pais não têm tempo, andam sempre a trabalhar e
ficam descansados porque estamos na escola a aprender e a lutar pelo > nosso
futuro, mas agora a coisa está preta, os nossos stôres estão
cansados, o que é mau para nós: quem nos ajuda quando estamos aflitos?
Eu sempre contei com um ou dois dos meus stôres, o ano passado quando
me achava um monstro (cheio de borbulhas e a sentir que as miúdas não
olhavam para mim) foi a stôra de Português que me chamou no fim da
aula e conversou comigo, bastou ela ouvir com atenção e dizer que
compreendia o que eu sentia para me sentir muito melhor. E quando o
Tavares disse que se ia matar porque a rapariga com quem andava foi
vista a curtir com um gajo qualquer, foi o nosso DT que falou com ele
e lhe arranjou uma consulta no psicólogo.Não percebo nada da guerra
dos professores, só sei que deve ser justa porque eles esforçam-se
muito, já pensaram no que é aturar a malta, sobretudo alguns que só
querem fazer porcaria, põem-se aos berros nas aulas e não obedecem, às
vezes até palavrões dizem para os stôres? Muitos de nós querem
aprender, mas o barulho é grande e há muita confusão, há lá gajos,
repetentes e isso, que só lá estão porque são obrigados, depois há
outros que são de fora e não percebem bem português, outros ainda têm
problemas em casa e passam mal, a Vanessa que tem um pai alcoólico e
que chora quase todos os dias ainda por cima foi empurrada na aula por
um colega que só lá está a armar confusão... o DT disse que nós
devíamos ser responsáveis e que tínhamos de acabar com isso, mas eu
acho que a ministra devia era dar força aos professores para serem
melhores, o meu pai diz que ela às vezes está certa mas eu não
concordo, se vejo todos, mesmo todos os stôres da minha escola contra
ela devem ter razão, os professores às vezes erram mas são importantes
para nós, precisamos de estudar para ver se nos livramos do
desemprego, isso é que é verdade!Por isso espalhem este mail, façam
forward para quem quiserem. Digam aos que mandam para terminarem com
as discussões que já estamos fartos e como na minha escola somos todos
contra isso dos ovos (uma estupidez), *digam à ministra e aos
sindicatos que já chega!* Façam uma escola melhor, ajudem os
professores a resolver todos os problemas das aulas (ninguém pode
fazer isso em vez dos stôres) e arranjem maneira de nós aprendermos
mais, para ver se percebemos melhor o mundo e nos safamos, o que está
a ser difícil.
Quem quiser dê opinião, o meu mail é brunovanderley@gmail.com, sou do
8.º E da Escola Básica 2/3 do Lá Vai Um.
Daniel Sampaio. "O Natal que eu quero". Público (revista "Pública"),
30.Novembro.2008.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Traídos à Nascença

Traídos à Nascença

Os Professores versus Ministério de Educação

O Ensino
Programas, Conteúdos e Exames Nacionais (3 em 3 anos), elaborados por um Conselho de Sábios e não pelo Ministério de Educação, que deve ter apenas funções de regulação e fiscalização.
Avaliações
Através dos resultados obtidos pelos alunos (de 3 em 3 anos) e pela avliação feita por Inspectores-Pedagógicos do Ministério de Educação ou Independentes fiscalizados pelo M.E., feita de surpresa e com regularidade por especialistas na disciplina.
O objectivo, não se limitará à avaliação, mas à necessidade de formação e até esgotados estes meios, à declaração de incompatibilidade para o desempenho da função.
Estrutura
Redução da estrutura escolar; Conselhos directivos, consultivos, disciplinares, pedagógicos, etc...para que são necessários? e qual é a afectação de activos humanos, temporais e financeiros para toda esta estrutura ineficaz?
Disciplina
A Todos os alunos deve ser entregue (com conhecimento aos Pais ou Encarregados de Educação) um Manual de Disciplina e Convivência Comunitária com as consequências para cada tipo de infracção, desta forma não só se sentem responsabilizados como interiorizam desde muito novos, que a sociedade é regulada por normas que quando violadas acarretam consequências.
Docentes
Devem conhecer bem os programas e seus conteúdos, tendo a liberdade de utilizar todas as técnicas pedagógicas que dominam, com o objectivo de obter os melhores resultados. Disciplinarmente, devem apenas chamar a atenção dos alunos infractores individualmente, dando-lhes a conhecer a infracção cometida e em caso de gravidade devem dar conhecimento ao aluno que irão participar a infracção ao Conselho Directivo/Disciplinar.
Sobre a diferença verificada entre o desenvolvimento dos alunos, (o extracurricular não é da competência das escolas), aos professores apenas se pede que conheçam bem os alunos e actuem de acordo com as suas limitações ou atrasos no desenvolvimento e suas razões; devendo dar conhecimento de qualquer sinal resultante destas insuficiências ao conselho directivo para que este possa ajudar os alunos menos favorecidos socialmente. Todo este trabalho deve ser feito de forma discreta e confidencial no princípio do ano. Os docentes devem conhecer toda a situação social envolvente do aluno, para que possam estar mais atentos a certos sinais e maiores necessidades desses alunos.
Sobre a Gestão das Escolas e sua relação com os Pais, os Encarregados de Educação, as Camaras, a Polícia e outras autoridades ou parceiros, opinaremos noutra ocasião.
Este é apenas um parecer de Pais, Encarregados de Educação e Cidadãos, que pretendem colaborar e não dividir.
Voltaremos...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Uma Greve Grave...

A Greve dos Operadores do Lixo, constitui um Grave Atentado à Saúde Pública.

O que fez o Sr. Presidente da CML, para a evitar???...ou que solução alternativa encontrou???...

E o Sr. 1º Ministro preocupou-se com este grave atentado ou entende que é prioritária

a solução da avaliação dos Professores???...tudo isto é inacreditável...sem comentários.

Voltaremos...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Os Professores e suas Reivindicações

Não nos vamos pronunciar sobre o "modelo" do M.E., nem na falta de "modelo" alternativo dos docentes ou dos seus representantes.
- Professores titulares e não titulares, é abominável, mas não uma surpresa; vejam
os Portugueses de Primeira (Metrópole) e os de Segunda (Colónias); vejam Os Metropolitanos e os Retornados, Vejam os Políticos e Função Pública e os restanres Cidadãos, isto é a nossa natureza endémica.
- Quotas, outra forma de descriminação tão do agrado dos Portugueses, da sua vaidade e complexos. Se a carreira está dividida em 8 escalões (salvo erro); desde que sejam cumpridos certos "items"; como avaliação positiva, assiduidade, pontualidade e cumprimento das normas; as mudanças de Escalão são automáticas, basta dividir 40 anos por 8 escalões, o que significaria 5 anos. Como os dividiríamos? Poderemos usar vários critérios, por exemplo; de 3 em 3 anos nos primeiros 12, 5/5 nos segundos 10 e 7/7 nos terceiros 14, o que permitiria atingir o topo de carreira com 36 anos de serviço, mas este "esquema" pode ser alterado por vontade das partes.
Sempre que um docente não cumprisse durante qualquer ano, apenas seria penalizado nesse ano na ascenção automática. Presumo existirem pelo menos mais 2 escalões para docentes que por concurso e com um mínimo de docência exercida, fossem nomeados para cargos directivos.
Apenas nos pronunciamos sobre este tema nesta primeira fase, pois muitas dúvidas surgirão e muitas soluções aparecerão...
Mais tarde falaremos na Avaliação, na Disciplina e Convivência Comunitária e no Estatuto do Aluno.
Voltaremos...