Concordo com Medina Carreira, mas ele tem que se lembrar que o maior empregador Português é o Estado, que tendo que ser reestruturado iria "ferir" os INTERESSES INSTALADOS de cerca de 1 milhão de pessoas e suas famílias, além disso qq Governo, tem ainda que enfrentar uma MENTALIDADE CONSERVADORA FUNDAMENTALISTA do Povo.
Resumindo: para qualquer Governo seria uma tarefa gigantesca (provavelmente perdida), se qq medida fundamental para o nosso progresso e desenvolvimento, colidisse com os INTERESSES INSTALADOS do POVO (e não apenas da classe-alta) ou com a sua MENTALIDADE CONSERVADORA. (um exemplo; o que aconteceria se decidissem encerrar a TAP, um dos maiores "cancros" do País???...). Este País tem potencialidades, mas mtas empresas emblemáticas têm que ser encerradas, os mercados têm que ser concorrenciais, (fim dos monopólios) os "carteis" e as Associações sinistras ou marginais combatidas, todos os sectores económicos reestruturados, bem como todo o ESTADO e uma nova estratégia definida, baseada nas nossas mais-valias geoeconómicas.
Nada disso é possível sem a mudança de mentalidades e do egoísmo dos previlégios e dos interesses instalados.
Donald Trump continua sem coragem ou vontade de mudar o regime iraniano
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Um mês depois dos Estados Unidos iniciarem os ataques contra o Irão pode
concluir-se que a instabilidade no Médio-Oriente continua igual desde 7 de
Outub...
Há 3 semanas
Como a sorte já não é factor, que tal começar pelos salários da classe política, pelos gabinetes ministeriais e pelos dos gestores públicos? Baixando um salário de um coitado qualquer com menos de 1000€ aumenta-lhe a competitividade?
ResponderEliminarE podemos perguntar porquê? Terá sido porque os responsáveis políticos resolveram enterrar milhares de milhões de euros em empresas públicas. Dinheiro que agora terá que ser pago pelos contribuintes?
Enfim, mistérios que ficam por esclarecer.
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ResponderEliminarApenas falei na mentalidade conservadora e nos interesses instalados, como uma resistência à reestruração necessária. Quando numa das maiores redes-sociais do Mundo, falei sobre o PEC, não só abordei a necessidade de rever a estrutura de custos salariais (os "Quadros" não produzem, nem têm importância na cadeia de valor de uma empresa que justifique o seu salário), mas tb na desUNIÃO EUROPEIA, (como acaba de se provar, com a necessidade de recorrer ao FMI, no caso GREGO) onde os Países ricos, recusam-se a ajudar os Países pobres, aliviando a majoração da percentagem de déficit para 5%, para não degradar "um pouco" o seu alto nível/qualidade de vida. Apresentei tb as minhas discordâncias em relação ao PEC (embora concorde com algumas medidas "tímidas"), avançando com soluções segundo a minha óptica. Obrigado pela sua participação.
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