Análise clara segundo modelos simples e concretos (método do MIT).
Claro que as medidas de apoio às empresas ou ao desemprego constituem um erro grosseiro (salvo temporáriamente as medidas de apoio social aos desempregados), que contribui para o aumento da DESPESA, não contribuindo para a solução, mas apenas para o seu adiamento. CONSUMO e INVESTIMENTO PÙBLICO, são as medidas de impacto, que podem relançar a economia.
CONSUMO: - Compra bem negociada de todo o crédito mal-parado ao sistema bancário (50/60%) e PERDÃO DA DÌVIDA no valor remanescente (50/40%), criação de uma Agência Estatal que recupere estes créditos (50/60%), e CONSOLIDAÇÃO de todos os restantes créditos à taxa Euribor+Spread. A liquidez obtida com o PERDÃO DA DÍVIDA e com CONSOLIDAÇÃO, entrará no MERCADO via CONSUMO, aumentando a procura e obrigando a oferta a ajustar-se o que significa; criação de empresas, de emprego, aumento da receita fiscal e deminuição da despesa social, circuito já descrito pelo articulista.
INVESTIMENTO PÚBLICO selecionado segundo uma estratégia de desenvolvimento económico sustentado de médio/longo prazo, muito bem controlado e fiscalizado de forma a evitar derrapagens.
Vejo com bons olhos a plataforma Beja/Sines/Alcochete, mas outras opções são viáveis e eu não tenho "dados" que sustentem esta minha preferência. Outras medidas reformistas serão necessárias.
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